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Maurício Coimbra, sócio do grupo de recuperação de crédito Cercred, afirma que as empresas que representa grandes bancos e varejistas estão investindo, cada vez mais, nos eventos de conciliação, tentando evitar que as demandas de clientes se transformem em brigas judiciais. Em 2013, o escritório atendeu a mais de três mil pessoas em eventos de conciliação, nos quais clientes e empresas ficam frente a frente. A taxa de sucesso alcançado foi de 70%.

Esperar que o Judiciário possa fornecer solução rápida a esses litígios é uma hipótese impensada pelos parâmetros atuais. Há uma gama de recursos protelatórios e todas as dificuldades operacionais da Justiça diz Coimbra.

Bruno Almeida, secretário geral da Comissão de Defesa do Consumidor da OAB-RJ, destaca que, embora o atendimento ao consumidor seja gratuito nos JECs, a manutenção da infraestrutura do Judiciário tem um custo alto para o Estado e também para o contribuinte.

Os juízes são preparados, principalmente, para julgar litígios, casos em que não foi possível chegar a um acordo, não para lidar com assuntos que podem ser resolvidos numa conversa ressalta Almeida.

Apesar de reconhecer a validade das ferramentas que ensinam o passo a passo para o consumidor recorrer à Justiça, Morishita lembra as iniciativas que buscam a conciliação e têm repercussão coletiva, caso do recém-lançado consumidor.gov.br, portal de mediação do governo federal para solução de conflitos. No Rio, tanto o Procon Estadual (“Meu Procon-RJ") quanto o municipal (“Procon Carioca têm apps para registro de queixas e modelos de cartas para reclamação à empresa.

 

Notícia publicada em 30/07/2014.

Fonte: Jornal O GLOBO.




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